terça-feira, 9 de abril de 2013

Coletânea [010]


008 – Alvará régio de 1612. Manda que seja de novo publicada e aplicada a «Lei das Cortesias» de 1597.

 
Neste documento, Filipe II (III de Espanha; 1598-1621) manda publicar, de novo, a «Lei das Cortesias» de 1597, exigindo, ao mesmo tempo, a todas as «justiças» do reino, o seu rigoroso cumprimento e exemplar aplicação das penas nela previstas. Este alvará mostra que a lei não estava a ser posta em prática, nem pelos cidadãos nem pelos juízes. Mostra também, por outro lado, que um sistema linguístico e social de tratamentos não se estabelece nem fixa por decreto.

NB - A «Leia das Cortesias» de 1597 encontra-se reeditada AQUI e nos dois posts seguintes.
 


Bibliografia
SOUSA, António Caetano de, 1745: Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Lisboa: Régia Oficina Silviana e da Academia Real; p. 303. Edição consultada [12-02-2013],
AQUI. Na digitalização em PDF, p. 327.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Coletânea [009]



007 – Alvará régio concede o tratamento de Senhoria ao barão de Alvito, D. João Lobo.



O documento que neste post se apresenta é mais um «alvará», este de 1609, promulgado por Filipe II (III de Espanha; 1598-1621) e confirmado por Filipe III (de Portugal: 1621-1640; IV de Espanha: 1621-1665), em 1625. A didascália resume claramente o conteúdo. Deverá comparar-se, todavia, para uma melhor compreensão do âmbito do tratamento de Senhoria, nos sécs. XVI e XVII, o “regulado” neste documento com o “regulado” na «Lei das Cortesias» de 1597, de Filipe I (II de Espanha). [Ver AQUI.]


Bibliografia
SOUSA, António Caetano de, 1745: Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Lisboa: Régia Oficina Silviana e da Academia Real; pp. 302. Edição consultada [12-02-2013], AQUI. Na digitalização em PDF, pp. 326.